Domingo, 01.02.09

Agora vamos lá falar sobre o tema, sem fugas sádicas.

A infidelidade dos outros dói muito. Dá-nos cabo da auto-estima, como diriam os politicamente correctos.

Ou põe-nos a dar com os cornos nos candeeiros, como diriam os javardos dos meus amigos.

Infidelidade é traição, porque só é infiel quem jurou fidelidade. E quando se jura assume-se.

Mas hoje em dia não. Casa-se de branco pela Igreja porque a cerimónia é mais bonita. E no dia seguinte dá-se uma geraldina para os convidados!!! Vale tudo e “Azevedo”.

As pessoas não entendem que há que ser feliz com o eleito sem o magoar.

Querem tudo. Não estão dispostas a abdicar de nada. Mas infelizmente a vida não é assim.

As relações constroem-se por cedências.

Amo-te a ti, mas fodo tudo o que mexe!!! Mentira. Ama nada e duvido que foda tanto.

Mudam-se os tempos mudam-se as vontades. Até aí certo. Não façamos como nosso avós que ficavam agarrados a casamentos de conveniência a vida inteira.

Mas não magoemos quem amamos e nos ama, por dá cá aquela palha!!!

 



publicado por turista às 19:53 | link do post | comentar

O titulo é mau e roubado ao meu odiado Marquês de Sade.

Sempre detestei este nobre. É como os filmes eróticos do Tinto Brass, são uma cagada pornográfica, mas como têm uma boa fotografia, enquadramentos decentes e alguma ironia, vira génio.

Sade mete asco a qualquer admirador de Nacho Vidal, mas como a prosa é solta a há orgias página sim página não, é idolatrado.

Mas não era sobre Sade que queria falar. Era sobre infidelidade. Mas fica para outro post. Este já está estragado, mas vai ser publicado na mesma.



publicado por turista às 19:18 | link do post | comentar

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